Livro de uma sogra (1895), de Aluísio Azevedo (ou “como conservar o amor sexual”)

Nesse trabalho, propomos estudar o Livro de uma sogra (1895), de Aluísio Azevedo, como um produto cultural comercialmente bem-sucedido. Para compreender o sucesso do livro, o situamos no contexto da expansão editorial do fim do século e do aparecimento dos “manuais práticos”. A obra se comunicava co...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Mendes, Leonardo, Santos, Marina Pozes Pereira dos, Português
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Via Atlântica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/196964
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/196964
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aluísio Azevedo; Livro de uma sogra; eroticism; naturalismo; book trade.
Aluísio Azevedo
Livro de uma sogra
erotismo
naturalismo
comércio livreiro
Descripción
Sumario:Nesse trabalho, propomos estudar o Livro de uma sogra (1895), de Aluísio Azevedo, como um produto cultural comercialmente bem-sucedido. Para compreender o sucesso do livro, o situamos no contexto da expansão editorial do fim do século e do aparecimento dos “manuais práticos”. A obra se comunicava com o “sogrismo”, uma antiga tradição satírica que maldizia as sogras. Valia-se de apimentadas estratégias libertinas, como a narradora feminina ilustrada, e tinha como missão ensinar aos leitores como manter viva a chama sexual no casamento. Nessa visada, o Livro de uma sogra emerge como uma obra erótica, popular e cômica, que marcou a vida cultural da Belle Époque.