Junho e anti-Junho: efeitos das narrativas de protestos nas trajetórias de jovens ativistas em Salvador
Este artigo analisa as consequências das narrativas sobre os protestos de junho de 2013 em trajetórias militantes, a partir de 20 entrevistas em profundidade com jovens ativistas de esquerda, de direita e do movimento negro da área da cultura na cidade de Salvador. Identificamos que as interpretaçõe...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Opinião Pública (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8680464 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/op/article/view/8680464 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Narrativas em movimentos sociais Consequências de protestos Trajetórias militantes Jovens ativistas Junho de 2013 no Brasil |
| Sumario: | Este artigo analisa as consequências das narrativas sobre os protestos de junho de 2013 em trajetórias militantes, a partir de 20 entrevistas em profundidade com jovens ativistas de esquerda, de direita e do movimento negro da área da cultura na cidade de Salvador. Identificamos que as interpretações das Jornadas de Junho consolidaram o que chamamos de “anti-Junho”, uma imagem que guiou esses jovens nos protestos entre 2015 e 2018 apontando outras formas de ativismo, como a adoção de atos de rua menos contenciosos por parte da direita, a institucionalização das pautas da esquerda militante e o afastamento do movimento negro das disputas políticas nacionais. O caso analisado demonstra como as narrativas de protestos informam cadeias de causalidade que explicam efeitos não intencionais nas trajetórias militantes. |
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