A exploração dos recursos litológicos na região da Cidade de Pedra, Rondonópolis-MT

O estudo da exploração das fontes de matérias-primas está vinculado a um entendimento do espaço em múltiplos aspectos, entre eles, o geográfico, o geológico, o biológico e, principalmente o cultural. Envolve a percepção dos recursos quanto à previsibilidade, distribuição, densidade, disponibilidade...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Valéria Cristina Ferreira e
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-14082006-104940
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/71/71131/tde-14082006-104940/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Geoarchaelogy
Geoarqueologia
Lithic
Lítico
Matéria-prima
Mato Grosso
Raw-material
Rondonopolis
Rondonópolis
Descripción
Sumario:O estudo da exploração das fontes de matérias-primas está vinculado a um entendimento do espaço em múltiplos aspectos, entre eles, o geográfico, o geológico, o biológico e, principalmente o cultural. Envolve a percepção dos recursos quanto à previsibilidade, distribuição, densidade, disponibilidade e diversidade em uma determinada área. A rocha, enquanto um desses recursos, é o objeto de estudo desse trabalho, que propõe promover uma discussão sobre as variações nas estratégias de captação e uso das matérias-primas líticas presentes na indústria de seis sítios arqueológicos inseridos na paisagem da região, hoje conhecida como Cidade de Pedra, localizada na Bacia do rio Vermelho em Rondonópolis, MT. Nessa perspectiva, foram utilizadas técnicas de mapeamento geológico e análise petrográfica a fim de localizar as possíveis fontes de captação de recursos litológicos e propiciar uma análise da potencialidade da matéria-prima lítica enquanto indicativo da dinâmica entre as atividades humanas e a paisagem. Dessa forma, foi possível verificar que a apropriação das matérias-primas varia entre os sítios arqueológicos, indicando a exploração de diferentes fontes de recursos petrográficos, sendo que a área abrangida para coleta de matérias-primas líticas pode atingir aproximadamente 20 quilômetros.