Avaliação da Administração Crônica de Mucuna pruriens sobre Parâmetros Bioquímicos e Hematológicos e de seus Efeitos Neuroprotetores, em Modelo de Doença de Parkinson

A doença de Parkinson (DP) é uma patologia neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva de neurônios dopaminérgicos na substância negra. Os sinais cardinais da doença são bradicinesia, tremor de repouso e instabilidade postural. É a segunda doença neurodegenativa mais comum, após a doença...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Lopes, Amanda A., Pereira, Fábio A., Queiroz, Maria G., Pitombeira, Márcia V., Leal, Luzia K. A. M., Viana, Glauce S. B.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/19191
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/19191
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mucuna Pruriens
L-DOPA
Doença de Parkinson
Neuroproteção
Parkinson's Disease
Neuroproctection
03 Saúde e Bem-Estar
Descripción
Sumario:A doença de Parkinson (DP) é uma patologia neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva de neurônios dopaminérgicos na substância negra. Os sinais cardinais da doença são bradicinesia, tremor de repouso e instabilidade postural. É a segunda doença neurodegenativa mais comum, após a doença de Alzheimer. Os tratamentos disponíveis são apenas sintomáticos, não evitando a progressão da doença, e a L-DOPA, considerada padrão-ouro, apresenta efeitos colaterais sendo a discinesia um dos mais sérios. Mucuna pruriens é utilizada na medicina tradicional, principalmente na Índia, para o tratamento de DP. Essa espécie contém entre os seus constituintes bioativos a L-DOPA e parece apresentar um potencial discinésico menor do que aquele da L-DOPA sintética. No presente trabalho, observou-se que a administração de L-DOPA durante 14 dias aumenta as concentrações de dopamina no estriato, após a lesão unilateral por 6-OHDA em ratos. Nas doses usadas (50 e 100mg/kg, p.o.), equivalentes a 25 e 50 mg/kg de L-DOPA, nenhuma alteração foi observada nos níveis de NE, 5-HT ou de seu metabólito 5-HIAA. Além disso, nenhuma alteração significativa foi demonstrada nos parâmetros bioquímicos ou hematológicos, após administração crônica de M. pruriens, nas doses de 250, 500 e 1000 mg/kg durante 90 dias. Os resultados são indicativos de efeitos neuroprotetores e confirmam o potencial benéfico de M. pruriens no tratamento de DP.