Alopecia androgenética
O objetivo geral foi compreender a eficácia da administração de Minoxidil e Finasterida no tratamento da alopecia androgenética. Os objetivos específicos foram definir alopecia androgenética, sua etiologia e prevalência; demonstrar os tratamentos disponíveis para amenizar a queda de cabelo e analisa...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Kroton Educacional S.A. |
| Repositorio: | Scientia – Repositório Institucional |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.pgsscogna.com.br:123456789/47231 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/47231 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Minoxidil Finasterida Alopecia androgenética |
| Sumario: | O objetivo geral foi compreender a eficácia da administração de Minoxidil e Finasterida no tratamento da alopecia androgenética. Os objetivos específicos foram definir alopecia androgenética, sua etiologia e prevalência; demonstrar os tratamentos disponíveis para amenizar a queda de cabelo e analisar a eficácia desses tratamentos combinados com dois medicamentos supracitados. Nos homens, a queda de cabelo é mais proeminente no vértice e nas regiões frontotemporais, gerando o efeito estético que é conhecido, popularmente, como “entradas”. No caso das mulheres, a linha do cabelo frontal é geralmente poupada, ocorrendo a queda de cabelo de forma difusa na coroa e no topo da cabeça, com perda frequentemente marcada por uma parte central mais larga. O presente trabalho se propõe a verificar quando a queda de cabelo deve ser considerada no diagnóstico da alopecia androgenética, informando ainda como avaliá-la adequadamente, quais os tipos de tratamentos com melhor eficácia no quesito crescimento capilar e que evitam um afinamento progressivo dos cabelos quando associados com o Minoxidil e a Finasterida. A escolha do tema justifica-se pela alta prevalência da alopecia androgenética em ambos os sexos, sendo que nos homens a incidência chega a mais de cinquenta por cento. Já em relação às mulheres as taxas variam, acometendo em sua grande maioria mulheres brancas. Em relação as afrodescendentes e asiáticas a taxa de acometimento é sensivelmente mais baixa. Essa pesquisa será apoiada em autores de grande relevância no meio científico e contribui muito para a maior compreensão do tema em questão sendo de cunho essencial à estudantes de Biomedicina, profissionais que atuam na área do tratamento capilar e para a sociedade em geral, que se beneficiará com profissionais que possuem esse conhecimento. |
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