Monumento às Bandeiras: agências e (des)construções sobre a memória colonial
O presente artigo nasceu de inquietações relativas ao papel dos monumentos históricos na preservação de uma versão sobre a memória coletiva referente ao passado colonial. Impulsionadas pelas manifestações artísticas e sociais que visam ressignificar esses monumentos na atualidade, primeiro, discutim...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Patrimônio e Memória |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.cedap:article/1336 |
| Acceso en línea: | http://pem.assis.unesp.br/index.php/pem/article/view/1336 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Memória; Patrimônio Cultural; Decolonialidade. Arqueologia; Cidades; Memória; Monumentos; Patrimônio. |
| Sumario: | O presente artigo nasceu de inquietações relativas ao papel dos monumentos históricos na preservação de uma versão sobre a memória coletiva referente ao passado colonial. Impulsionadas pelas manifestações artísticas e sociais que visam ressignificar esses monumentos na atualidade, primeiro, discutimos sobre o papel da Arqueologia nesse contexto, dando ênfase para a perspectiva que reflete sobre a agência desses objetos em diálogo com os diferentes contextos sócio-históricos, que levem em consideração olhares antirracistas e decolonias, para, na sequência, pensar as relações conflitantes dos monumentos nas cidades. Por fim, apresentamos algumas manifestações realizadas no Monumento às Bandeiras, na cidade de São Paulo, como práticas de ressignificar o passado e repensar o presente. |
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