A influência da obesidade na doença hepática gordurosa não alcoólica / The influence of obesity in the non-alcoholic fatty liver disease
Introdução: A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) é uma doença multifatorial caracterizada pela infiltração gordurosa no fígado e tem a obesidade como um de seus principais fatores de risco. Objetivo: Avaliar a influência da obesidade na DHGNA. Métodos: Estudo clínico, prospectivo, descr...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2021 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) |
| Repository: | Brazilian Journal of Health Review |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/26065 |
| Online Access: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/26065 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | doença hepática gordurosa não alcoólica obesidade ultrassonografia. |
| Summary: | Introdução: A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) é uma doença multifatorial caracterizada pela infiltração gordurosa no fígado e tem a obesidade como um de seus principais fatores de risco. Objetivo: Avaliar a influência da obesidade na DHGNA. Métodos: Estudo clínico, prospectivo, descritivo e tipo survey, com abordagem analítica quantitativa. Os dados foram coletados em um centro de referência de ultrassonografia do município de Aracaju, no período de maio de 2019 a maio de 2020. Na análise estatística obtiveram-se variáveis qualitativas e quantitativas. O software utilizado foi o R, versão 3.6.1, e a significância estatística foi < 0,05. Resultados: Foram analisados 965 pacientes, destes 61 adotaram critérios de exclusão, com uma amostra final de 904 pacientes, com idade entre 14 a 89 anos e a esteatose hepática não alcoólica diagnosticada em 26,4% (n=239). Observou-se que o índice de massa corpórea (IMC) dos pacientes diferiu significativamente com o grau da doença (p<0,00001) e que a mediana do IMC dos pacientes classificados com grau 0 de esteatose foi menor que nos graus 1, 2 e 3. Existiu associação significativa entre a obesidade e a presença de esteatose hepática não alcoólica, de tal forma que um aumento nos graus de esteatose foi acompanhada por uma maior frequência da presença de obesidade. Conclusão: Houve uma relação estatisticamente significativa entre obesidade e IMC e a presença e gravidade da DHGNA. A obesidade associada a inúmeras alterações metabólicas são fatores de risco para o desenvolvimento e progressão da DHGNA. |
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