As preciosas e a constituição de autoria feminina dos contos de fadas.

Os contos de fadas se consolidaram ao longo dos séculos e permanecem encantando e ensinando pessoas de diferentes culturas, gerações e épocas. Essas histórias se formaram dentro de um grande intervalo de tempo sob a influência de diferentes culturas, inicialmente fazendo parte exclusivamente da trad...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Rafaella Samai Pimentel de Sá da
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/36505
Acceso en línea:https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36505
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:EDUCAÇÃO
Contos de fadas
Mulheres
As preciosas
As preciosas (Movimento)
Escritoras
Fairy tale
Women
The Precious
Descripción
Sumario:Os contos de fadas se consolidaram ao longo dos séculos e permanecem encantando e ensinando pessoas de diferentes culturas, gerações e épocas. Essas histórias se formaram dentro de um grande intervalo de tempo sob a influência de diferentes culturas, inicialmente fazendo parte exclusivamente da tradição oral. Charles Perrault, Hans Cristian Andersen e os Irmãos Grimm são apontados como os principais compiladores e contadores de histórias. Entretanto, cabe destacar que diversas mulheres também estiveram historicamente envolvidas no processo de contação e escrita de contos de fadas e o movimento das Preciosas, que foi composto por um grupo de mulheres escritoras na França nos séculos XVII e XVIII, oferece ricas contribuições para o entendimento dessa temática. Partindo da necessidade de entender quais foram os espaços que essas mulheres ocuparam no processo de constituição e socialização dos contos de fadas, foi desenvolvida uma pesquisa bibliográfica, qualitativa e exploratória. A discussão foi realizada com base no suporte teórico de diversos autores, entre eles: Ventura (2019), Warner (1999) e Perrot (2019). Essa discussão se impõe na contemporaneidade porque expõe o silenciamento histórico imposto à mulher e valoriza a sua importante contribuição na consolidação dos contos, desde sempre.