Síndrome de Burnout em enfermeiros trabalhadores de um hospital público de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil
Objetivo: O termo “burnout” descreve uma síndrome desenvolvida em pessoas expostas a situações de estresse laboral de forma crônica. Dentre as profissões do setor público no âmbito da saúde, a enfermagem é considerada a quarta mais estressante. O objetivo deste trabalho foi avaliar a prevalência da...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Hospital de Clínicas de Itajubá |
| Repositorio: | Revista Ciências em Saúde |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.portalrcs.hcitajuba.org.br:article/937 |
| Acceso en línea: | https://portalrcs.hcitajuba.org.br/index.php/rcsfmit_zero/article/view/937 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Occupational health Occupational stress Mental health Burnout Síndrome Saúde do trabalhador Estresse ocupacional Saúde mental Síndrome de Burnout |
| Sumario: | Objetivo: O termo “burnout” descreve uma síndrome desenvolvida em pessoas expostas a situações de estresse laboral de forma crônica. Dentre as profissões do setor público no âmbito da saúde, a enfermagem é considerada a quarta mais estressante. O objetivo deste trabalho foi avaliar a prevalência da Síndrome de Burnout (SB) em enfermeiros do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel de Natal/RN. Métodos: Estudo quantitativo, transversal e analítico, de caráter prospectivo em 80 enfermeiros(as) no período de julho a agosto de 2019. Foi realizada a aplicação de questionário socioeconômico e do Copenhagen Burnout Inventory (CIB), com 19 itens que refletiam os níveis de esgotamento profissional, sendo esta escala categorizada como burnout baixo, intermediário e alto. Resultados: A maioria dos entrevistados era do gênero feminino (92,5%), com média de 38,7 anos, casada (63,8%), com especialização na área (65%) e dois vínculos empregatícios (53,8%). Houve maior prevalência de níveis altos de burnout pessoal (47,5%), e níveis intermediários de burnout relacionado ao trabalho (56,2%) e burnout relacionado ao cliente (50%). Foi observada correlação positiva estatisticamente significante entre o aumento da carga horária semanal (ultrapassando as 30 horas) e o burnout pessoal (r = 0,25; p = 0,03). Não foi possível observar correlação entre os domínios do CBI e as demais características. Conclusão: Houve correlação positiva entre carga laboral elevada e a prevalência de SB em enfermeiros. Há a necessidade de estudos que indiquem uma melhor condição de trabalho para os enfermeiros, buscando estratégias focadas na prevenção do estresse laboral. |
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