Hannibal Lecter: o glamour de um psicopata pelas lentes do cinema

Este artigo traz uma análise do Transtorno de personalidade antissocial existente no personagem Hannibal Lecter, da série de televisão Hannibal, lançada pela NBC. O trabalho apresenta uma análise crítica do transtorno e como este é distorcido pela indústria cinematográfica que romantiza as ações e p...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Julio César Weiss de, Oliveira, Nicole Costa de, Souza, Julio César Pinto de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/36515
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/36515
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Trastorno antisocial de la personalidad
Psicópata
Romanticización.
Transtorno de personalidade antissocial
Psicopata
Romantização.
Antisocial personality disorder
Psycho
Romanticization.
Descripción
Sumario:Este artigo traz uma análise do Transtorno de personalidade antissocial existente no personagem Hannibal Lecter, da série de televisão Hannibal, lançada pela NBC. O trabalho apresenta uma análise crítica do transtorno e como este é distorcido pela indústria cinematográfica que romantiza as ações e posicionamentos do personagem Hannibal. Este artigo teve como objetivo geral apresentar uma análise crítica da romantização cinematográfica construída para o psicopata Hannibal Lecter, na série Hannibal. Esta pesquisa foi um trabalho de análise de caso, de procedimento bibliográfico e abordagem qualitativa. Utilizou-se de uma série de televisão como caso a ser estudado. Os resultados apontam que a romantização e glamorização dos atos do personagem com Transtorno de Personalidade Antissocial levou a indústria cinematográfica a realizar diversas adaptações do transtorno e a do personagem de expressar os sintomas típicos da patologia. Verificou-se ainda que essa distorção da patologia do personagem visa atender a uma demanda comercial de entretenimento em massa, levando o telespectador a “glamorizar” os comportamentos de um psicopata. Em vista disso realizou-se uma crítica a demonstração fantasiosa dos transtornos mentais apontados dentro da série em questão, informando o que é ficção e o que é realidade a partir de análises e estudos dentro da psicologia.