Restrições de localidade nas formações de diminutivo do português brasileiro: mapeando uma relação de dependência entre -inh e gênero
Este trabalho investiga a estrutura morfossintática das formações de diminutivo do português brasileiro construídas com o formativo -inh. A partir de uma perspectiva sintática de formação de palavras, propomos que -inh não é capaz de projetar seu rótulo na estrutura sintática. Propomos também que -i...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/7497 |
| Acceso en línea: | http://dx.doi.org/10.1590/0102-445069247494618507 https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/7497 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | - Diminutivo Gênero Localidade Morfossintaxe Diminutive Gender Locality Morphosyntax |
| Sumario: | Este trabalho investiga a estrutura morfossintática das formações de diminutivo do português brasileiro construídas com o formativo -inh. A partir de uma perspectiva sintática de formação de palavras, propomos que -inh não é capaz de projetar seu rótulo na estrutura sintática. Propomos também que -inh se anexa a uma projeção de gênero, que é entendida como parte da projeção estendida do nome, sendo responsável por categorizar a raiz. Essa estrutura é capaz de derivar as relações de localidade apropriadas entre a raiz, o núcleo de gênero e o morfema de diminutivo, capturando as propriedades empíricas dessas formações. |
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