DINÂMICA DA ACUMULAÇÃO DO CAPITAL NO NORTE DE MATO GROSSO
A obra de Marx “O Capital” permite várias análises do modo capitalista de produção. Nesse sentido, a acumulação de capital e a dinâmica econômica do capital global ou de modo mais específico quando essa acumulação e dinâmica estão relacionadas à concorrência, ao monopólio ou outras formas de organiz...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Centro Universitário Integrado |
| Repositorio: | Perspectivas Contemporâneas |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revista.grupointegrado.br:article/459 |
| Acceso en línea: | http://periodicos.grupointegrado.br/revista/index.php/perspectivascontemporaneas/article/view/459 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dinâmica do Capital Acumulação de Capital Força de trabalho. |
| Sumario: | A obra de Marx “O Capital” permite várias análises do modo capitalista de produção. Nesse sentido, a acumulação de capital e a dinâmica econômica do capital global ou de modo mais específico quando essa acumulação e dinâmica estão relacionadas à concorrência, ao monopólio ou outras formas de organização dos mercados. Nesse sentido, o artigo teve por objetivo entender o processo de apropriação da força de trabalho e a acumulação do capital na Região Norte de Mato Grosso pelas atividades da carne e da madeira. O estudo pretendeu explorar a base teórica de Marx e histórica da Região Norte do Estado, num sentido cronológico a partir de dois eixos seminais: o garimpo de ouro e o processo de colonização ambos empreendidos após os anos setenta. A dinâmica do capital em Mato Grosso se assemelha ao relatado por Marx, marcada por forte expropriação da força de trabalho e acumulação do capital adiantado na apropriação da mais-valia. De igual modo, ao se tratar da colonização examina-se a expropriação das famílias originárias no Sul e do Nordeste do Brasil; associa-se a expulsão dos nativos da região de análise que pode ser consigna como limpeza étnica. Esse fenômeno pode ter como resultado na “liberação” de muitos trabalhadores para a atividade da indústria da carne e da madeira. Em suma, a dinâmica da acumulação do capital em Mato Grosso custou vidas de nação indígenas e a expropriação da força de trabalho, transformando os trabalhadores em operários da indústria da carne e da madeira. Para tal associou interesse empresariais colonizadores, Estado e Governo Federal, criando assim importantes segmentos da indústria de transformação. |
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