Não estamos violando a primeira lei de asimov: drones e os limites da inteligência artificial

Isaac Asimov é considerado um dos maiores escritores de ficção-científica de todos os tempos. Seu trabalho ajudou centenas de cientistas – em especial, roboticistas – a refletir sobre os limites da ciência. A obra de Asimov é tão influente que muitas pessoas têm como dada a aplicabilidade das Leis d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Ferreira, Thiago Borne
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Exército Brasileiro (EB)
Repositorio:Coleção Meira Mattos (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:meiramattos.eceme.ensino.eb.br:article/386
Acceso en línea:https://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/386
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Military equipment
Arms trade
South America
Arms race
Use of force
equipamento militar
Equipamento militar. Comércio de armas. América do Sul. Corrida armamentista. Uso da força.Military equipment. Arms trade. South America. Arms race. Use of force.
comércio de armas
américa do sul
corrida armamentista
uso da força
Descripción
Sumario:Isaac Asimov é considerado um dos maiores escritores de ficção-científica de todos os tempos. Seu trabalho ajudou centenas de cientistas – em especial, roboticistas – a refletir sobre os limites da ciência. A obra de Asimov é tão influente que muitas pessoas têm como dada a aplicabilidade das Leis da Robótica à vida real. Uma das questões mais importantes no debate atual sobre drones diz respeito ao controle e regulação de sistemas cada vez mais inteligentes. A pergunta que norteia este ensaio deriva do título de um artigo assinado por John Arquilla publicado na Foreign Policy em 2013: será que o emprego militar de UAS viola a Primeira Lei de Asimov? Para tentar responde-la, o texto (1) apresenta o argumento de Arquilla e revisa o desenvolvimento da robótica de aplicação militar durante o século XX; (2) expõe as Leis de Asimov e explora sua aplicabilidade a sistemas de armas reais; e (3) trata dos impactos da robotização sobre os soldados que operam UAS e propõe soluções para minimizá-los. Finalmente, a conclusão retoma alguns dos pontos levantados no texto e aponta para a continuação da pesquisa.