O efeito da securitização de ativos sobre o risco de crédito: uma análise para o Brasil

Esta tese é uma contribuição à literatura sobre o risco de crédito proveniente das operações de securitização de ativos. O principal objetivo é verificar se a securitização, como ferramenta de transferência de risco, é capaz de mitigar o risco de crédito das instituições financeiras que originaram e...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Barcelos, Vivian Iris
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Fluminense (UFF)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:app.uff.br:1/32839
Acceso en línea:http://app.uff.br/riuff/handle/1/32839
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Securitização de ativos
Risco de crédito
Risco de insolvência
Z-score
Inovações financeiras
Fundos de Investimento em Direitos Creditórios
Certificados de Recebíveis Imobiliários
Securitização
Fundo de investimento creditório
Insolvência
Assets securitization
Credit risk
Insolvency risk
Financial innovations
Credit Rights Investment Funds
Real Estate Receivables Certificates
Descripción
Sumario:Esta tese é uma contribuição à literatura sobre o risco de crédito proveniente das operações de securitização de ativos. O principal objetivo é verificar se a securitização, como ferramenta de transferência de risco, é capaz de mitigar o risco de crédito das instituições financeiras que originaram essas operações, bem como, identificar os determinantes da securitização no Brasil. Para tanto, o estudo se desdobra em três etapas: i) análise do risco de crédito a partir das emissões de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC); ii) identificação dos determinantes da securitização a partir das emissões de FIDC e; iii) análise do risco de insolvência no mercado consolidado de securitização que engloba o FIDC e o CRI. Dado que as especificidades de cada um desses produtos financeiros decorrem em grande parte, do ativo subjacente à operação, esta análise também é realizada em nível desagregado, ou seja, por tipo de produto. O período de análise tem como foco, sobretudo, os anos compreendidos entre 2003 e 2016. Os resultados mostram que a securitização pode aumentar o risco das instituições financeiras que originaram esses produtos financeiros. Esse resultado é robusto tanto para o mercado consolidado de securitização como para a análise desagregada por FIDC e CRI. Na análise dos determinantes da securitização, a busca pela liquidez é a principal motivação para que as instituições financeiras brasileiras realizem operações de securitização de ativos.