Sereias, amor e arte: O poder da música na mitologia greco-romana a partir dos versos 311 a 328 do Livro III da Arte de Amar, de Ovídio.
Públio Ovídio Nasão (43 a.C. – 17 d. C.), poeta romano da época de Augusto (27 a. C. – 14 d. C.), escreveu a obra intitulada Ars amatoria ou, em português, a Arte de Amar, que se divide em três livros que tratam da sedução. Visa-se à percepção poética, mais especificamente, dos versos de número 311...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista da Tulha |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/154515 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/revistadatulha/article/view/154515 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Poésie latine Ovide Ars Amatoria Chant Séduction Poesia latina Ovídio Canto Sedução |
| Sumario: | Públio Ovídio Nasão (43 a.C. – 17 d. C.), poeta romano da época de Augusto (27 a. C. – 14 d. C.), escreveu a obra intitulada Ars amatoria ou, em português, a Arte de Amar, que se divide em três livros que tratam da sedução. Visa-se à percepção poética, mais especificamente, dos versos de número 311 a 328 do Livro III, nos quais o poeta, entremeando narrativas míticas, recomenda às mulheres o canto para fazer um homem apaixonar-se, como desejam. Levantam-se, também, outras referências míticas de tema semelhante: o poder da música, quer para seduzir, quer para transformar os ânimos. |
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