Interferência da contaminação ambiental na microbiota de camundongos mantidos em biotérios de experimentação
Um adequado controle microbiológico dos animais utilizados em pesquisas é de fundamental importância, não apenas devido ao potencial patogênico de tais agentes para os animais e para as pessoas, mas também porque estes podem interferir nos resultados dos experimentos, alterando a reprodutibilidade e...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/6378 |
| Acceso en línea: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/6378 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Biossegurança Biotérios Camundongo Contaminação Camundongos Contenção de Riscos Biológicos |
| Sumario: | Um adequado controle microbiológico dos animais utilizados em pesquisas é de fundamental importância, não apenas devido ao potencial patogênico de tais agentes para os animais e para as pessoas, mas também porque estes podem interferir nos resultados dos experimentos, alterando a reprodutibilidade e qualidade das pesquisas realizadas. Atualmente diversas práticas de biossegurança e monitorização da saúde dos animais são preconizadas , afim de garantir animais de adequado padrão microbiológico. Nesse estudo, compararam-se dois biotérios de experimentação do Instituto Oswaldo Cruz/ Fiocruz, sendo um bioprotegido (A) e outro não (B), quanto ao padrão microbiológico dos camundongos, objetivando verificar a influência da contaminação ambiental na microbiota dos animais utilizados em experimentação . Bactérias, vírus e endoparasitos foram investigados em ambos os biotérios, de acordo com a metodologia preconizada para cada agente. Para os testes bacteriológico utilizou-se amostras de 222 animais do biotério A e 236 do biotério B; para testes virológicos 119 do biotério A e 316 do biotério B. Os dados foram submetidos à analise descritiva e ao teste do Qui-quadrado. Os resultados indicaram uma maior ocorrência de microrganismos e de parasitas no biotério não-bioprotegido. Klebsiella pneumoniae, Pasteurella sp. e Salmonella sp. foram encontradas em ambos os biotérios, enquanto que vírus e parasitos só foram detectados no biotério não bio-protegido. Dentre os vírus, nos animais infectados o de maior ocorrência foi o Vírus de Hepatite de Camundongos (MHV) e, dentre os parasitos, o de maior ocorrência foi Syphacia sp. Conclui-se que o biotério bio-protegido foi capaz de garantir padrões microbiológicos mais adequados para experimentação animal e que esta deve ser um prática constante nas instituições de pesquisa |
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