Relações étnico-raciais e crianças: uma análise da produção da ANPED
Este trabalho teve por objetivo analisar a produção científica do Grupo de Trabalho sobre “Educação e Relações Étnico-raciais” da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPED, entre os anos de 2003 a 2013, especialmente a produção voltada para educação das relações étnico-raci...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Rondônia (UNIR) |
| Repositorio: | Educa (Porto Velho) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.unir.br:article/3116 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.unir.br/index.php/EDUCA/article/view/3116 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | ANPED. Crianças. Relações raciais. Sociologia da infância. ANPED. Niños. Relaciones raciales. Sociología de la niñez. ANPED. Children. Racial relations. Sociology of childhood. |
| Resumo: | Este trabalho teve por objetivo analisar a produção científica do Grupo de Trabalho sobre “Educação e Relações Étnico-raciais” da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPED, entre os anos de 2003 a 2013, especialmente a produção voltada para educação das relações étnico-raciais no contexto da Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Utilizamo-nos dos aportes teóricos de Abramowicz e Oliveira (2006, 2012), Fazzi (2006), Cavalleiro (2001, 2014), dentre outros. A pesquisa, do tipo estado da arte, é de caráter bibliográfico/documental. Nas pesquisas aqui analisadas, vimos que a produção acadêmica do GT 21 da ANPED ainda continua pouco expressiva no que diz respeito a pesquisa com crianças e relações étnico-raciais, diante do total de pesquisas que têm sido apresentadas e divulgadas no referido GT. Vimos que dos 161 trabalhos publicados no GT 21, entre 2003 e 2013, somente 14 trabalhos fazem referência às relações raciais entre crianças da educação infantil e primeiros anos do ensino fundamental. Todavia, esses trabalhos não privilegiam o ponto de vista das crianças em torno das relações étnico-raciais. |
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