UTILIZAÇÃO DE BACTÉRIAS NO CONTROLE DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS IN VITRO

O presente trabalho objetivou- se verificar o potencial de rizobactérias de cactáceas na inibição do crescimento de Fusarium solani in vitro. O experimento foi realizado no Laboratório de Microbiologia do Semiárido- LAMSA, na UNEB, campus XXII de Euclides da Cunha- BA. Foi analisado o antagonismo en...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: de Jesus, Mariana Santana, Guimarães, Poliana Gonçalves
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Repositorio:Revista Ouricuri (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.uneb.br:article/4547
Acceso en línea:https://www.revistas.uneb.br/index.php/ouricuri/article/view/4547
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cactáceas
Doenças
Rizobactérias
Biocontrole
Fusarium solani.
Descripción
Sumario:O presente trabalho objetivou- se verificar o potencial de rizobactérias de cactáceas na inibição do crescimento de Fusarium solani in vitro. O experimento foi realizado no Laboratório de Microbiologia do Semiárido- LAMSA, na UNEB, campus XXII de Euclides da Cunha- BA. Foi analisado o antagonismo entre o fungo Fusarium solani e 11 rizobactérias de cactáceas (Tacinga palmadora e Melocactus zehntneri). Em uma placa de Petri com meio de cultura BDA solidificado, foi adicionado um disco com micélios do patógeno no centro, e em quatro pontos distantes (ao redor da placa) foram feitas estrias com a bactéria selecionada, havendo três repetições para cada tratamento, e três placas de testemunha contendo apenas o fungo. O fungo foi analisado durante 10 dias (período necessário para que as colônias testemunhas ocupassem toda a placa), com a medição do diâmetro das colônias, onde foram retiradas as médias de duas medidas diametralmente opostas a cada 24h. Os resultados obtidos na primeira etapa mostraram que das 15 bactérias testadas, apenas 11 poderiam ser utilizadas nos testes posteriores, destas 11 bactérias 5 se mostraram eficientes no controle do patógeno. Pode-se concluir que as bactérias oriundas da cactácea Tacinga palmadora P 2.2, P 6.2, P 10.2, P 12,2 e a P13.2 foram as que conseguiram inibir mais efetivamente o fungo testado, sendo que a P 6.2 foi a que obteve um melhor resultado estatístico.