Aproximações e dissonâncias entre educação do campo e agricultura
A educação do campo possui uma relação intrínseca com a agricultura, em especial, a familiar/camponesa, devido a sua própria origem: as lutas dos movimentos sociais populares e sindicais camponeses. Este artigo tem como objetivo compreender e elucidar dados, sínteses e reflexões sobre as dissonância...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Educação e Pesquisa |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/228228 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/228228 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Countryside education Familiar and peasant agriculture Agribusiness Pronacampo Procampo Educação do campo Agricultura familiar e camponesa Agronegócio |
| Sumario: | A educação do campo possui uma relação intrínseca com a agricultura, em especial, a familiar/camponesa, devido a sua própria origem: as lutas dos movimentos sociais populares e sindicais camponeses. Este artigo tem como objetivo compreender e elucidar dados, sínteses e reflexões sobre as dissonâncias e aproximações entre as relações dos diferentes sistemas de agricultura no Brasil frente à educação do campo, a partir de uma pesquisa bibliográfica. A metodologia adotada é a Revisão Bibliográfica Sistemática do tipo Metassíntese Qualitativa, cuja captura de dados foi efetuada no portal CAFe/Capes compreendendo o período de 1998 a 2019. Tivemos por base artigos científicos completos, e as análises aprofundadas foram de quinze artigos, de um total de 89. Destacamos como relevante o fato de surgirem críticas a Programas como o Pronacampo, o Procampo e o Escola Ativa, resultantes do entendimento de que: não contribuem o suficiente para a agricultura camponesa e suas demandas; são programas descontínuos para a educação do campo e não uma política pública; refletem nítida divergência entre os interesses da educação do campo/agricultura familiar e camponesa com os do agronegócio; permitem, a setores empresariais, a apropriação do termo “educação do campo” e de programas voltados a ela; não minimizam os desafios das escolas do campo e da Universidade relativos aos fortalecimento de lutas e de territórios do campesinato. |
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