Cinco novos escorpiões brasileiros dos generos Tityus e Rhopalurus (nota previa)
O trabalho foi realizado pelo Instituto Oswaldo Cruz" sendo elaborado por Adolpho Lutz em colaboração com Oswaldo de Mello Campos, e publicado em 1922 em A Folha Medica, ano 3, n.4, p.25-6. O laboratório de Lutz era, então, a base da Seção de Zoologia Médica do Instituto Oswaldo Cruz. Mello Cam...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1922 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/53837 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/53837 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Escorpiões Tityus dorsomaculatus n. sp Tityus serrularius n. sp Tityus intermedius n. sp Rhopalurus acromelas n. sp Tityus microcystis n. sp Coleção PROMAN |
| Sumario: | O trabalho foi realizado pelo Instituto Oswaldo Cruz" sendo elaborado por Adolpho Lutz em colaboração com Oswaldo de Mello Campos, e publicado em 1922 em A Folha Medica, ano 3, n.4, p.25-6. O laboratório de Lutz era, então, a base da Seção de Zoologia Médica do Instituto Oswaldo Cruz. Mello Campos trabalhava na filial inaugurada pelo Instituto em Belo Horizonte, a recém-fundada capital de Minas Gerais. Ezequiel Dias foi encarregado de montar e dirigir esse instituto, inaugurado em agosto de 1906, num prédio situado na praça da Liberdade. Em 1936, seria transferido para a administração estadual com o nome de Instituto Biológico Ezequiel Dias. O escorpionismo foi um objeto importante de pesquisa aí, visto ser responsável por numerosos acidentes fatais na capital mineira. Publicação quinzenal impressa no Rio de Janeiro pela Typ. Canton & Beyer (Rua Luiz de Camões, n.74), A Folha Médica era regida por uma 'direção científica' formada por vários professores da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro: Aloysio de Castro, seu diretor e titular de clínica médica; Ernani Pinto (histologia); Ernani Alves (clínica cirúrgica); L. A. Silva Santos (anatomia), Francisco Lafayette (física). Da comissão faziam parte também Bruno Lobo, que, além de lecionar microbiologia na mesma Faculdade, era então diretor do Museu Nacional; Edgard Roquette Pinto, professor de antropologia nessa instituição; Octavio de Freitas, diretor do Instituto Pasteur de Recife, e Jayme Aben Athar, diretor do Instituto Pasteur do Pará. Nas edições de 1922, Adolpho Lutz figura como membro da direção científica do periódico, e sua filha, Bertha Lutz, como secretária de redação (Bruno Lobo exercia agora a função de diretor de redação). Em 1920-1923, Adolpho Lutz publicou vinte artigos em A Folha Médica. Boa parte foi reeditada em Obra Completa de Adolpho Lutz, v.II, livro 4: Entomologia/Enthomology. Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2006. |
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