Longevidade de Thielaviopsis paradoxa, agente causal da resinose do coqueiro em Rhynchophorus palmarum.
O objetivo do presente trabalho foi discutir a longevidade do fungo Thielaviopsis paradoxa, agente causal da resinose do estirpe do coqueiro, em seu vetor, o besouro Rhynchophorus palamarum. Foi realizado um estudo microbiológico da superfície e do tubo digestivo dos insetos adultos que foram coleta...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/913638 |
| Acceso en línea: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/913638 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Coco Fungo Thielaviopsis Paradoxa |
| Sumario: | O objetivo do presente trabalho foi discutir a longevidade do fungo Thielaviopsis paradoxa, agente causal da resinose do estirpe do coqueiro, em seu vetor, o besouro Rhynchophorus palamarum. Foi realizado um estudo microbiológico da superfície e do tubo digestivo dos insetos adultos que foram coletados em duas regiões do Estado de Sergipe: uma com plantações apresentando sintomas da resinose e outra sem focos da doença. Os insetos foram divididos em dois lotes de 40 insetos (20 machos e 20 fêmeas) para cada região. Os besouros foram esfregados um a um em placa de petri contendo meio BDA, um besouro por placa, desinfectados externamente com hipoclorito sódio e o tubo digestivo de cada um dos insetos esfregados foi retirado e dividido em suas três partes principais: estomodeu, mesêntero e proctodeu. Estas partes foram inseridas em meio de cultura BDA e mantidas em BOD a 25 ° C por 5 dias. Foi verificada a patogenicidade dos isolados de T. paradoxa em coqueiros utilizando três métodos de inoculação. Os isolamentos realizados a partir da parte externa e no tubo digestivo dos insetos do município de Neópolis resultaram em 96,3% e 77,5% de crescimento micelial de T. paradoxa respectivamente e foi comprovada a patogenicidade dos isolados em plantas de coqueiro. Ficou comprovado a perda de longevidade do patógeno dentro do vetor após 7 dias, na ausência de nova fonte de infecção. |
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