Temporalidades na vida e na autoformação de uma professora-pesquisadora

Delineamos como objetivo deste estudo apreender as temporalidades na vidae na formação na itinerância aprendente de uma professora-pesquisadoracomo dimensão autoformadora pela narrativa de si. O aporte teórico estáfundamentado nas formulações de autores como Pineau (1983, 1987,2004, 2005, 2006, 2012...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Dutra, Marlene Alencar, Therrien, Jacques, Nóbrega-Therrien, Silvia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Educar em Revista
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.ufpr.br:article/75571
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/educar/article/view/75571
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Educação; Abordagem (auto)biográfica; Autoformação; Temporalidades na formação; Formação Docente Narrativa de si. Professora-pesquisadora.
Abordagem (auto)biográfica; Autoformação; Temporalidades na formação; Narrativa de si; Professora-pesquisadora
Descripción
Sumario:Delineamos como objetivo deste estudo apreender as temporalidades na vidae na formação na itinerância aprendente de uma professora-pesquisadoracomo dimensão autoformadora pela narrativa de si. O aporte teórico estáfundamentado nas formulações de autores como Pineau (1983, 1987,2004, 2005, 2006, 2012), Josso (2004) e Souza (2006). Constituímos umainvestigação descritiva, matizada pela abordagem (auto)biográfica, comestreitamento para uma pesquisa-formação. A narrativa de si, por umaprofessora-pesquisadora, tomada como corpus hermenêutico crítico, resultade um movimento heurístico e reflexivo em uma comunidade de pesquisa. Emuma ecologia cognitiva constituinte e constituída no exercício autopoiético,pelo investimento (auto)biográfico em que apreendemos a narrativa de sino processo de reflexividade crítica, reconhecemos uma estrutura complexadas dinâmicas nas temporalidades da vida e da formação, em movimentode intercompreensão de fluxos e de circulações de conhecimentos esaberes. Esse desvelamento de uma pesquisa-formação em processosauto-organizáveis, coletivos e partilhados, levaram-nos a uma ação pesquisanteem empreendimento dos sentidos e dos significados, para além das amarrasacademicistas, encontrando o tempo para a nossa autoformação, que noscoloca em um paradigma antropoformador na constituição identitária docente.