Efeitos sociais da implementação da usina hidrelétrica de Lajeado: reassentamentos do Córrego do Prata e Pinheirópolis Rural
A matriz elétrica brasileira pode ser caracterizada pela presença de um parque gerador, essencialmente, hidrotérmico, onde a produção hidrelétrica é impulsionada pela expansão de Grandes Projetos de Investimento (GPIs). Desde o início de sua inserção no território, estes projetos vêm proporcionando...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo (SINSESP) |
| Repositorio: | GeSec |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.revistagesec.org.br:article/4215 |
| Acceso en línea: | https://ojs.revistagesec.org.br/secretariado/article/view/4215 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Usina Hidrelétrica Grandes Projetos de Investimento Impactos Socioambientais Lajeado |
| Sumario: | A matriz elétrica brasileira pode ser caracterizada pela presença de um parque gerador, essencialmente, hidrotérmico, onde a produção hidrelétrica é impulsionada pela expansão de Grandes Projetos de Investimento (GPIs). Desde o início de sua inserção no território, estes projetos vêm proporcionando profundos impactos no meio físico-biótico e na dinâmica territorial e social pré-existente. Diante deste contexto, o artigo tem como objetivo compreender os desdobramentos sociais e territoriais provocados pela implementação da usina hidrelétrica de Lajeado, partindo de dois estudos de caso de reassentamentos: Córrego do Prata e Pinheirópolis Rural. A avaliação dos impactos partiu de uma análise qualitativa realizada através de pesquisas de campo na área de entorno do empreendimento para capturar as escutas e narrativas da população atingida. Em linha geral, a principal conclusão é que em regiões de elevada vulnerabilidade sociail e econômica, onde se encontram grupos sociais com diferentes identidades socioculturais, a inserção de GPIs causa profundas alterações no ordenamento territorial, afetando sobremaneira o modo de vida da população local. Apesar do avanço regulatório, institucional e tecnológico, os padrões de impactos socioambientais de projetos hidrelétricos se repetem e os instrumentos adotados para resolução de conflitos permanecem insuficientes frente às perdas materiais e simbólicas da população atingida. |
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