Tombamento e participação social: experiência da Vila Maria Zélia, São Paulo-SP

Os anos 1980 marcaram o campo da preservação, no Brasil, como o momento em que novos objetos de atuação foram incorporados ao corpus patrimonial. O tombamento de vilas operárias, armazéns, fábricas, mercados, estações ferroviárias, quilombos e terreiros de candomblé, além de ampliar a representativi...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Scifoni, Simone
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista CPC
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/121737
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/cpc/article/view/121737
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Heritage listing
Social participation
Workers’ villages
Tombamento
Participação social
Vilas operárias
Descrição
Resumo:Os anos 1980 marcaram o campo da preservação, no Brasil, como o momento em que novos objetos de atuação foram incorporados ao corpus patrimonial. O tombamento de vilas operárias, armazéns, fábricas, mercados, estações ferroviárias, quilombos e terreiros de candomblé, além de ampliar a representatividade social até então existente nesse conjunto do patrimônio, também trouxe à tona novas questões. A renovação conceitual, entretanto, não se realizou plenamente, na medida em que os procedimentos e a gestão desse patrimônio continuam ocorrendo de forma discricionária, sem diálogo e interlocução local. O presente artigo busca discutir essa questão a partir da problemática envolvida no tombamento de uma vila operária na cidade de São Paulo, apresentando, para tanto, as recentes iniciativas de aproximação local, patrocinadas pelo órgão municipal de preservação do patrimônio cultural.