O uso dos objetos e o desuso poético da artista Selma Parreira

O artigo sistematiza o percurso poético da artista goiana Selma Parreira, a partir da exposição Desuso (2016), desdobramento de seu projeto Machina: memória e poética do espaço e objetos (2015). Por meio de signos picturais, a artista recorre às memórias de infância, contempla o espaço maquínico – u...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Veloso, Sainy Coelho Borges
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Revista Visuais
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:inpec.econtents.bc.unicamp.br:article/12191
Acesso em linha:https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/visuais/article/view/12191
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Exposição Desuso
Performance cultural goiana
Memória
Estética
Política.
Descrição
Resumo:O artigo sistematiza o percurso poético da artista goiana Selma Parreira, a partir da exposição Desuso (2016), desdobramento de seu projeto Machina: memória e poética do espaço e objetos (2015). Por meio de signos picturais, a artista recorre às memórias de infância, contempla o espaço maquínico – um galpão de uma arrozeira em Anápolis, GO –, espólio de sua família, para aprofundar a investigação em poéticas visuais. Neles se entrecruzam memória, história, tempo/espaço/lugar, estética, performance cultural goiana e política. Para tanto, faço um enfoque interdisciplinar apoiado em Jacques Rancière (2009), Walter Benjamin (1996), Michel de Certeau (1994), Michael Serres (1998), Charles Baudelaire (1996), Henri Bergson (1999), Jacques Lacan (1998), entre outros, narrativa oral (2016) da artista e texto escrito de Nei Clara de Lima (2016).