Realidades e controvérsias em relação ao conceito psicanalítico de autismo normal

Neste trabalho discute-se a evolução do pensamento psicanalítico a partir da noção de autismo normal e sua posterior refutação, feita por Tustin, em 1991. A proposta de refutação pode ser vista como perpetuação de outro erro: a imprecisão conceitual criada por Mahler desde a definição original do te...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Tafuri, Maria Izabel
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)
Repositorio:Psicologia em Revista (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.pucminas.br:article/186
Acceso en línea:https://periodicos.pucminas.br/psicologiaemrevista/article/view/186
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Autismo
Auto-erotismo
Psicanálise.
Descripción
Sumario:Neste trabalho discute-se a evolução do pensamento psicanalítico a partir da noção de autismo normal e sua posterior refutação, feita por Tustin, em 1991. A proposta de refutação pode ser vista como perpetuação de outro erro: a imprecisão conceitual criada por Mahler desde a definição original do termo. Tustin restringiu, à moda de Mahler, a noção de satisfação autística do lactente na “casca do ovoâ€? à de autismo normal.Dessa forma, a refutação do autismo normal recai na mesma problemática gerada por Bleuler e Kanner: a subtração de Eros do conceito de auto- erotismo.