Relato de experiência: baixa adesão da população feminina ao exame preventivo do câncer de colo de útero
Objetivo: relatar a experiência adquirida durante a consulta de enfermagem sobre a baixa adesão das mulheres quanto à realização do exame preventivo do câncer de colo de útero. Materiais e Métodos: trata-se de um relato de experiência das acadêmicas do 4º período de enfermagem em uma Estratégia de S...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Faculdades Integradas do Norte de Minas (FUNORTE) |
| Repositorio: | Bionorte |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.funorte2.hospedagemdesites.ws:article/515 |
| Acceso en línea: | http://revistas.funorte.edu.br/revistas/index.php/bionorte/article/view/515 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Prevenção Adesão Colo de útero |
| Sumario: | Objetivo: relatar a experiência adquirida durante a consulta de enfermagem sobre a baixa adesão das mulheres quanto à realização do exame preventivo do câncer de colo de útero. Materiais e Métodos: trata-se de um relato de experiência das acadêmicas do 4º período de enfermagem em uma Estratégia de Saúde da Família de Montes Claros (MG) entre os meses de outubro e novembro de 2021, quando foi possível observar a falta de conhecimento das usuárias quanto à periodicidade da coleta e sobre a baixa adesão a esse procedimento. Detectou-se que muitas ficavam mais de 03 anos sem realizar o exame, enquanto outras o realizavam anualmente. Realizou-se a análise do relatório dessas mulheres no sistema VIVVER, ferramenta promotora de gerenciamento das ações de saúde, adquirido pelo próprio munícipio com a finalidade de agilizar e gerar o quantitativo dos atendimentos realizados. Através desse programa, foi possível analisar que a maioria das pacientes era sempre as mesmas. Resultados: verificou-se que a periodicidade era baixa devido a fatores externos, como vergonha, ansiedade, nervosismo, falta de instrução e conhecimento quanto à coleta. Como forma de reverter essa situação, pode-se sanar duvidas e orientá-las sobre o procedimento, durante o atendimento. Conclusão: vários fatores podem influenciar a não adesão das mulheres à consulta e à coleta da citologia cérvico-vaginal. Contudo, as ferramentas eficazes para atuar nesse ponto são a informação, a oferta do exame e um atendimento de qualidade, com equidade para todas as mulheres. |
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