Emergência e urgências dos artivismos de(s)coloniais: o ato ‘‘nosso luto, nossa luta’’ por Brumadinho (Minas Gerais)

Este ensaio se propõe a discutir o que nomeia de artivismo de(s)colonial. Fusão de arte, ativismo e protesto, os artivismos de(s)coloniais, sugere-se no ensaio, emergem no cenário dos acontecimentos com toda a força subversiva do combate às injustiças sociais e às desigualdades, em especial àquelas...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: de Lucas, Carlos Henrique, Rocha, Carlana Faria, Alós, Anselmo Peres
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Remea - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.furg.br:article/11245
Acceso en línea:https://periodicos.furg.br/remea/article/view/11245
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:artivismo
decolonialidade
Brumadinho (Minas Gerais).
Descripción
Sumario:Este ensaio se propõe a discutir o que nomeia de artivismo de(s)colonial. Fusão de arte, ativismo e protesto, os artivismos de(s)coloniais, sugere-se no ensaio, emergem no cenário dos acontecimentos com toda a força subversiva do combate às injustiças sociais e às desigualdades, em especial àquelas calcadas em ecos coloniais. O trabalho em tela, com o auxílio de Michel Foucault (2013), debruça-se sobre as condições de emergência dos artivismos de(s)coloniais, analisando, para isso, o ato-performance “Nosso Luto, Nossa Luta”, que teve lugar no dia 21 de abril de 2019,no alto da Serra da Moeda (Minas Gerais). Encenado por diversas pessoas, o ato buscou não apenas chamar a atenção para o terrível episódio de Brumadinho, mas, e sobretudo, destacar os ecos coloniais implicados tanto no trágico acontecimento como também em seus desdobramentos. O texto vale-se das memórias do artivista que, além de atuar no ato, se responsabilizou pela direção e coreografia do espetáculo/acontecimento.