Orações relativas restritivas em português: registro formal e infomal
Este trabalho é uma tentativa de análise das orações relativas restritivas do português formal e suas correspondentes do registro informal, tendo como modelo descritivo a teoria transformacional, tal como apresentada especialmente por Chomsky (65, 68), Ross(67) e Emonds (72). Em primeiro lugar, são...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1982 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/BUBD-9DLFB4 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/BUBD-9DLFB4 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Estudos Linguísticos Lingua portuguesa Sintaxe Lingüística Lingua portuguesa Orações subordinadas |
| Sumario: | Este trabalho é uma tentativa de análise das orações relativas restritivas do português formal e suas correspondentes do registro informal, tendo como modelo descritivo a teoria transformacional, tal como apresentada especialmente por Chomsky (65, 68), Ross(67) e Emonds (72). Em primeiro lugar, são analisadas as orações restritivas do registro formal do português, propondo-se para sua geração una regra de movimento: Transporte de SN. Argumenta-se que, diferentemente do inglês, que permite a permanência da preposição quando SN se desloca, no português formal, a preposição acompanha o movimento deste constituinte. Além disso, neste registro, as formas superficiais resultantes de SN são, ao mesmo tempo, complementizadores e pronomes relativos. Estudam-se também orações em que ocorre o cujo forma superficial tomada pelo SN precedido pela preposição de concluindo-se por sua natureza de possessivo, além de relativo. A seguir, são examinadas as orações do registro informal referidas acima. Para estas, duas hipóteses de análise são propostas: em primeiro lugar, argumenta-se que a geração dessas orações não envolve regra de movimento, e que o que nelas presente não é pronome relativo mas apenas complementizador. A Eliminação do SPrep é opcional nessas orações e postula-se que seja eliminado no lugar de origem. Como segunda hipótese, sugere-se que vim dos tipos de oração informal analisado seja resultado da Eliminação da Preposição transportada junto com o SN. Finalmente, são feitas considerações a respeito dos problemas advindos da Eliminação da Preposição, bem como de sua recuperação, nas referidas estruturas, sem se pretender solucioná-los. |
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