Calcium balance, bone density, and performance of late-lactation dairy cows with supraphysiological concentration of blood vitamin D
A vitamina D pode afetar o metabolismo do cálcio (Ca), remodelação óssea e desempenho da lactação de vacas leiteiras. Para avaliar o metabolismo ósseo é importante a padronização da técnica de análise de densitometria óptica radiográfica. Objetivou-se padronizar a técnica de densitometria óptica rad...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/49558 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/49558 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Medicina Veterinária Bovinos leiteiros - Metabolismo ósseo Calcidiol Metabolismo mineral Remodelação óssea Vitamina D Dairy cattle - Bone metabolism Bone remodeling Calcium Mineral metabolism |
| Sumario: | A vitamina D pode afetar o metabolismo do cálcio (Ca), remodelação óssea e desempenho da lactação de vacas leiteiras. Para avaliar o metabolismo ósseo é importante a padronização da técnica de análise de densitometria óptica radiográfica. Objetivou-se padronizar a técnica de densitometria óptica radiográfica em bovinos leiteiros e correlacionar os valores com idade, peso e marcadores séricos; avaliar o desempenho da lactação, a retenção corporal de Ca e a densidade óssea de vacas leiteiras em final de lactação. Foram avaliadas 30 vacas holandesas (230 ± 137 dias de lactação, DEL) submetidas a concentrações fisiológica (Phy) ou suprafisiológica (Supra) de vitamina D (calcidiol, 25(OH)D) no sangue durante 12 semanas. Com o avançar da idade houve aumento da densidade mineral óssea (DMO). Animais mais velhos apresentaram maior peso e menor concentração sanguínea de fósforo e telopeptídeo carboxiterminal do colágeno tipo I (CTX-1). Com avançar do DEL houve aumento do peso, cálcio total e cálcio ionizado. A DMO foi maior para o carpo acessório e, se correlacionou positivamente com cálcio total e cálcio ionizado das regiões do carpo acessório, e metacarpo córtex lateral, medial e medular. Peso corporal das vacas apresentou correlação positiva com a DMO das radiografias do córtex lateral, medial e medular do metacarpo. A fosfatase alcalina do osso correlacionou negativamente com a DMO do metacarpo lateral. A concentração plasmática média de 25(OH)D no grupo Supra foi duas vezes maior que para o grupo Phy. As concentrações de Ca total e Ca ionizado foram aumentadas no grupo Supra nos dias 28 e 56. Vacas em Supra excretaram mais Ca na urina na semana 12 do que vacas em Phy. Os marcadores de deposição óssea osteocalcina e fosfatase alcalina óssea foram reduzidos no grupo Supra no dia 84. Houve tendência de redução da densidade mineral óssea da região do carpo acessório e medular do metacarpo com Supra, sugestiva de osteoporose. O alto nível de vitamina D foi associado ao aumento da produção de leite e, não teve efeito sobre o consumo de matéria seca (CMS). O leite corrigido por energia, eficiência alimentar, escore de condição corporal, ganho de peso corporal e digestibilidade aparente do trato total da matéria seca e da matéria orgânica não diferiram entre tratamentos. Ao grupo Supra foi associada redução na contagem de células somáticas (CCS) do leite. Conclui-se que a DMO determinada por densitometria óptica em imagem radiográfica é uma metodologia que pode ser reproduzida. Vacas leiteiras expostas por 12 semanas a concentração suprafisiologica de 25(OH)D mesmo mantendo CMS semelhante, produziram mais leite com menor CCS, tiveram maiores concentrações de Ca no sangue e excreção na urina, reduziram os marcadores de deposição mineral óssea e a densidade mineral óssea. |
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