Formação internacional de terapeutas do esquema e percepções de terapeutas sobre a formação brasileira em terapia esquemas
A Terapia do Esquema (TE) é uma abordagem psicoterapêutica integrativa no âmbito das terapias cognitivo-comportamentais. A TE vem sendo aplicada para diversos públicos, incluindo crianças, adolescentes e casais. Os terapeutas do esquema enfrentam um grande desafio em relação à formação teórica e prá...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/229857 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/229857 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Terapia do esquema Formação profissional Terapeutas Schema therapy Schema therapy training Schema therapists |
| Sumario: | A Terapia do Esquema (TE) é uma abordagem psicoterapêutica integrativa no âmbito das terapias cognitivo-comportamentais. A TE vem sendo aplicada para diversos públicos, incluindo crianças, adolescentes e casais. Os terapeutas do esquema enfrentam um grande desafio em relação à formação teórica e prática no contexto brasileiro. Por isso, essa dissertação tem como objetivo investigar a formação realizada em TE. Este trabalho conta com dois artigos. O primeiro tem como objetivo discutir as diretrizes da Sociedade Internacional da Terapia do Esquema (ISST) para a formação e certificação internacional de terapeutas do Esquema. Trata-se de um estudo de análise documental a partir de documentos encontrados no site do ISST e Google Acadêmico. A análise temática das informações encontradas nesses documentos resultou em três temas que orientam a formação do terapeuta do esquema, a saber: conteúdo e estrutura da formação; supervisão de atendimentos; e realização de terapia pessoal. O primeiro tema refere-se ao conhecimento de conteúdos teóricos e técnicos exigidos aos terapeutas, assim como a estrutura recomendada pela ISST sobre a formação do terapeuta voltado ao atendimento de diferentes públicos. Os dois outros se referem à importância da realização contínua de supervisão de atendimento e da necessidade da terapia pessoal para o desenvolvimento de habilidades e competências do terapeuta. Esses processos qualificam o trabalho realizado pelo terapeuta. Conclui-se que o processo de formação teórico e técnico é fundamental. Contudo, a formação e prática dos terapeutas podem ser aperfeiçoadas através da realização tanto de supervisão como de terapia pessoal. O segundo artigo tem como objetivo explorar a opinião de terapeutas sobre a formação em TE e as dificuldades encontradas por eles em suas práticas. Trata-se de um estudo qualitativo exploratório realizado a partir de entrevistas semiestruturadas desenvolvidas através de videoconferência. Participaram do estudo 20 terapeutas do esquema. As entrevistas, após transcritas, foram submetidas à análise temática. Seis temas principais foram identificados, a saber: dificuldades enfrentadas na prática clínica, estratégias de enfrentamento frente às dificuldades encontradas, perfil do terapeuta do esquema, relação terapêutica, experiência clínica do terapeuta e adaptação. A formação em TE é vista pelos terapeutas como suficiente para o atendimento de adultos, mas há necessidade de uma formação específica para o trabalho com crianças e adolescentes. Sugere-se a incorporação de supervisão pelas formações em TE e a recomendação para terapia pessoal. |
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