Análise quantitativa e genética de parvovírus canino 2 em vacinas comerciais para cães
A parvovirose canina é uma doença altamente contagiosa e frequentemente fatal em cães, apesar da ampla disponibilidade de vacinas. No Brasil, várias vacinas vivas modificadas de parvovírus canino 2 (CPV-2) são utilizadas atualmente por veterinários para seu controle e prevenção. No entanto, existem...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Caxias do Sul (UCS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCS |
| Idioma: | inglés portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ucs.br:11338/11062 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ucs.br/11338/11062 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cães - Doenças Parvovírus canino - Tratamento Vacinas Epidemiologia Patologia Dogs - Diseases Parvovirus canin - Treatment Vaccines Epidemiology Pathology |
| Sumario: | A parvovirose canina é uma doença altamente contagiosa e frequentemente fatal em cães, apesar da ampla disponibilidade de vacinas. No Brasil, várias vacinas vivas modificadas de parvovírus canino 2 (CPV-2) são utilizadas atualmente por veterinários para seu controle e prevenção. No entanto, existem diversos produtos no mercado sem eficácia comprovada contra as cepas locais. O presente estudo teve como objetivo realizar uma análise filogenética e determinar a carga viral de cepas de CPV-2 de vacinas vivas modificadas comercializadas no Brasil. Oitenta frascos de vacinas foram obtidos de oito empresas fabricantes do país. O gene da proteína viral 2 (VP2) foi sequenciado em todas as amostras e os resultados foram analisados através de análise filogenética. A PCR em tempo real foi realizada para determinar a carga viral em todos os frascos da vacina. Os resultados filogenéticos demonstraram que todas as cepas da vacina CPV-2 estavam no clado genético contendo amostras da primeira disseminação do CPV-2, que ocorreu há mais de 40 anos. Estas amostras possuem distinção das linhagens virais atuais. A carga de DNA viral da vacina revela grandes diferenças entre as marcas e até ausência de DNA em alguns frascos de vacinas. Esses resultados corroboram para a possibilidade de que cepas virais e o armazenamento da vacina estão provavelmente associados a algumas falhas de vacinação e ocorrência de surtos de parvovírus canino no Brasil. [resumo fornecido pelo autor] |
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