Ocorrência de aflatoxinas em farelo de algodão (Gossypium hirsutum L.) na safra de 1986

A ocorrência e o nível de contaminação, com aflatoxinas, foram determinadas em 169 amostras de farelo de algodão. As amostras foram fornecidas por indústrias de óleo localizadas nas regiões de Araraquara, Campinas, Bauru, Paraguaçu Paulista, Guararapes, Londrina e Maringá, coletadas nos meses de abr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Gonçalves, C.M.R., Fonseca, H.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1991
País:Brasil
Institución:Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ-USP)
Repositorio:Anais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/5267
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/aesalq/article/view/5267
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:farelo de algodão
aflatoxinas
cottonseed meal
aflatoxins
Descripción
Sumario:A ocorrência e o nível de contaminação, com aflatoxinas, foram determinadas em 169 amostras de farelo de algodão. As amostras foram fornecidas por indústrias de óleo localizadas nas regiões de Araraquara, Campinas, Bauru, Paraguaçu Paulista, Guararapes, Londrina e Maringá, coletadas nos meses de abril a novembro da safra de 1986. A determinação das aflatoxinas foi feita por cromatografia em camada delgada. Dos resultados pôde-se concluir que: 1) 114 amostras estavam contaminadas com aflatoxina, representando 67,4 5% do total; 2) o nível de contaminação foi baixo, com valores variando de menos de 10 até 40 ¼g/kg (ppb) , sendo que as amostras com 4 0 ppb representaram apenas 12,3 0% do total contaminado; 3) houve diferença significativa (alfa = 0,05) entre as regiões estudadas, tendo a de Maringá apresentado a maior incidência e os teores mais elevados de aflatoxina B1; 4) as regiões de menor incidência e menor teor de aflatoxina B1 foram Araraquara, Campinas e Bauru; 5) não houve predominância da incidência de aflatoxina B1 em qualquer época de toda a safra; 6) em todas as amostras investigadas, a única aflatoxina encontrada foi a B1.