ONDE SE ENCONTRA A MORFOLOGIA NO SIGNO LINGUÍSTICO? | WHERE IS MORPHOLOGY IN LINGUISTIC SIGN?
Este trabalho discute os limites teóricos do estudo da morfologia face aos lados tradicionalmente atribuídos ao signo: significante, significado e referência. O foco principal da discussão é a necessidade de concentração das preocupações da morfologia no significado e não no significante. Dizer que...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Revista Estudos Linguísticos e Literários (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/28109 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/article/view/28109 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | morfologia signo linguístico semântica sintaxe |
| Sumario: | Este trabalho discute os limites teóricos do estudo da morfologia face aos lados tradicionalmente atribuídos ao signo: significante, significado e referência. O foco principal da discussão é a necessidade de concentração das preocupações da morfologia no significado e não no significante. Dizer que a morfologia enfatiza o significado não torna, contudo, esse estudo equivalente à semântica. Da mesma forma, separar claramente fonologia, morfologia e sintaxe tampouco significa negar a existência de modelos morfofonológicos ou morfossintáticos, da mesma forma que a biologia e a química são ciências independentes num continuum que inclui estudos bioquímicos com modelos igualmente independente. No entanto, busca-se provar neste artigo que nem a morfofonologia nem a morfossintaxe subsumem os estudos morfológicos, que mantêm a sua independência conceitual e seus objetos próprios. |
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