Sprawl e o modal de transporte motorizado: impactos na cidade de Londrina, PR
Após cerca de 80 anos desde a construção do seu núcleo, representado hoje pela área central da cidade, Londrina, no interior do Estado do Paraná, configura-se como uma cidade nova, porém com características e tendências de políticas de planejamento que reproduzem os maus exemplos das cidades brasile...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/27156 |
| Acceso en línea: | http://dx.doi.org/10.1590/S2175-33692012000100003 http://hdl.handle.net/11449/27156 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Expansão urbana Transporte urbano Automóveis Sprawl Urban expansion Urban transport Vehicles |
| Sumario: | Após cerca de 80 anos desde a construção do seu núcleo, representado hoje pela área central da cidade, Londrina, no interior do Estado do Paraná, configura-se como uma cidade nova, porém com características e tendências de políticas de planejamento que reproduzem os maus exemplos das cidades brasileiras. Com uma ocupação urbana em franca expansão, o crescimento de norte a sul do município agrega vazios urbanos e especulação imobiliária nos seus interstícios que delineia uma cidade longe da ideal, conforme pensada nos seus primórdios. Com um ar metropolitano, e ao mesmo tempo com aspectos interioranos, Londrina é marca de uma ocupação orientada por políticas excludentes e interesses imobiliários, fato que tem impactado o modo de vida da população e gerado impactos ambientais para todas as classes sociais. Esta pesquisa discute a forma de ocupação urbana de Londrina, caracterizada pelo fenômeno de sprawl e sua relação com o modo de expansão observado e as implicações do uso intensivo de automóveis. A opção pelo uso do automóvel em Londrina tem sido crescente e gerado congestionamentos no trânsito. Como consequência, tem-se a desapropriação constante de imóveis para alargamento de vias e, ao mesmo tempo, a presença de vazios urbanos e densidades diversas formando um espaço urbano desigual e dificultando um planejamento urbano eficiente. |
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