Ciência, política e normatividade: dilemas metodológicos
A ciência política pode ser considerada uma ciência dividida. De um lado, os chamados teóricos da política, pejorativamente rotulados de normativos, do outro, os cientistas políticos que se autodenominam empíricos. Aqui trataremos da problemática que se fundamenta sobre uma compreensão equivocada da...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/1472 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1472 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Metodologia e epistemologia das ciências sociais. Behaviorismo |
| Sumario: | A ciência política pode ser considerada uma ciência dividida. De um lado, os chamados teóricos da política, pejorativamente rotulados de normativos, do outro, os cientistas políticos que se autodenominam empíricos. Aqui trataremos da problemática que se fundamenta sobre uma compreensão equivocada da relação entre teoria e método no seio da ciência política contemporânea. Para elucidar esta questão dedicamos nossa atenção ao processo de institucionalização da ciência política americana nos idos de 1950 e 1960 e os problemas que nasceram da opção por um modelo positivista de ciência e os impactos da chamada revolução behaviorista sobre a nossa disciplina |
|---|