Avaliação do estado de acasalamento em machos de Tuta absoluta (Lepidoptera: Gelechiidae) em função do tamanho do espermatóforo
Em Lepidoptera, durante a cópula, machos transferem esperma e nutrientes para as fêmeas através da formação de um saco proteico chamado espermatóforo, que é considerado uma forma de investimento nutricional parental. Não é possível distinguir, visualmente, machos virgens de acasalados da traça-do-to...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repositorio: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/27989 |
| Acceso en línea: | https://locus.ufv.br//handle/123456789/27989 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Lepidoptera - Reprodução Acasalamento de animais Lepidoptera - Comportamento sexual Fitossanidade |
| Sumario: | Em Lepidoptera, durante a cópula, machos transferem esperma e nutrientes para as fêmeas através da formação de um saco proteico chamado espermatóforo, que é considerado uma forma de investimento nutricional parental. Não é possível distinguir, visualmente, machos virgens de acasalados da traça-do-tomateiro Tuta absoluta. Porém, a partir de informações quantitativas em relação à diminuição do tamanho do espermatóforo produzido em sucessivas cópulas, e por meio de experimentos controlados de laboratório, poder-se-ia estimar o estado reprodutivo de machos provenientes do campo. Para isso, foi elaborada uma reta geral/controle de regressão linear do tamanho do espermatóforo em relação ao número de cópulas, verificando que é possível distinguir os machos virgens dos acasalados. No entanto, este experimento foi realizado sem controle de peso dos indivíduos e com período refratário (intervalo entre cópulas) dos machos de 24 horas. Atentamos que, machos de campo podem ser muito diferentes em peso e período refratário e analisamos o efeito dos mesmos em relação ao tamanho do espermatóforo produzido, para verificar a validade da reta encontrada anteriormente. Sendo assim, novas retas foram elaboradas e contrastadas para determinar situações em que possivelmente espermatóforos provenientes de laboratório poderiam ser equivalentes com os produzidos por machos de campo e consequentemente melhor representar tal população. No presente trabalho testamos a hipótese de que cópulas consecutivas, intervalo entre cópulas e peso pupal dos machos alteram o tamanho do espermatóforo produzido pelos mesmos. Nossos resultados mostraram que machos pesados produzem espermatóforos maiores do que machos leves. Há uma redução no tamanho do espermatóforo de segunda cópula em relação a um de primeira cópula, quando são produzidos em dias consecutivos, independente do peso pupal dos machos. Porém um intervalo de 96 horas entre a primeira e segunda có- pula promove um aumento no tamanho do espermatóforo, que atinge ou ultrapassa aqueles produzidos por machos virgens. Os resultados mostram dados originais sobre o potencial reprodutivo de machos de T. absoluta que nos ajudam entender sua biologia reprodutiva e estabelecer novas estratégias de controle. |
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