Doenças, higiene e insalubridade urbana na América Latina (séculos XIX e XX)
O Dossiê intitulado “Doenças, higiene e insalubridade urbana na América Latina (séculos XIX e XX)” foi produzido no contexto da Pandemia de Covid-19 e carrega as marcas de uma experiência epidêmica que provocou mudanças no comportamento social. Na etapa inicial da Pandemia –quando o esforço dos maio...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FURG (RI FURG) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.furg.br:123456789/10556 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.furg.br/handle/123456789/10556 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Doenças Higiene Insalubridade urbana América Latina Séc: XIX - XX Dossier Hygiene Urban unhealthy Latin America Century: XIX - XX Enfermedades Urbano insalubre Siglo: XIX - XX |
| Sumario: | O Dossiê intitulado “Doenças, higiene e insalubridade urbana na América Latina (séculos XIX e XX)” foi produzido no contexto da Pandemia de Covid-19 e carrega as marcas de uma experiência epidêmica que provocou mudanças no comportamento social. Na etapa inicial da Pandemia –quando o esforço dos maiores centros de pesquisa do mundo esta voltado para a experimentação e na produção de vacinas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) insistiu na importância de medidas sanitárias como o isolamento social e de higiene para conter a circulação do vírus. Simultaneamente, e com a mesma finalidade, autoridades sanitárias nacionais e/ou regionais recomendaram medidas profiláticas como a proibição do velório de vítimas da Covid-19, o fechamento de fronteiras, o isolamento de infectados e dos suspeitos de infecção, a proibição de aglomerações sociais e a higienização de ambientes e objetos supostamente contaminados, dentre outras. As medidas profiláticas supramencionadas, apesar de não serem consensuais, contribuíram para a redução no número de doentes e mortos e fomentaram interessantes discussões sobre o impacto da higiene individual no coletivo social e sobre os limites da intervenção do saber médico na sociedade. Acreditamos que as discussões –e também os seus desdobramentos políticos –oferecem pistas para a interpretação histórica das epidemias que atingiram as sociedades latino-americanas no transcurso do século XIX e nas primeiras décadas do século XX. E na intenção de explorar estas pistas, organizamos o presente Dossiê. |
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