Corpos, sexualidades e intimidades femininas na Era digital: uma análise dos canais de YouTube JoutJout Prazer, Rayza Nicácio e Ana de Cesaro.
Esta pesquisa se propôs a investigar as narrativas do eu presentes no YouTube e nos ambientes de sociabilidade on-line das youtubers brasileiras Julia Tolezano, Rayza Nicácio e Ana de Cesaro, a partir de uma perspectiva interseccional. O enfoque foram as discursividades das youtubers, considerando a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/5313 |
| Acceso en línea: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/5313 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIA Sociologia YouTube Era digital Interseccionalidades Corpos Sexualidades Intimidade Sociology Digital era Intersectionalities Bodies Sexualities Intimacy |
| Sumario: | Esta pesquisa se propôs a investigar as narrativas do eu presentes no YouTube e nos ambientes de sociabilidade on-line das youtubers brasileiras Julia Tolezano, Rayza Nicácio e Ana de Cesaro, a partir de uma perspectiva interseccional. O enfoque foram as discursividades das youtubers, considerando a cultura confessional das novas mídias, e suas implicações nos processos identitários femininos em sua relação com as práticas performativas que envolvem os corpos, as sexualidades, assim como a abordagem da intimidade feminina e do consumo com o advento da era digital. Para isso, sua realização envolveu a etnografia on-line e a análise de discurso em vídeos dos canais JoutJout Prazer, Rayza Nicácio e Ana de Cesaro, assim como nas páginas de Instagram e Facebook dessas mulheres. A análise fora realizada a partir da articulação de diferentes categorias que constituem suas identificações, como raça, gênero e sexualidade, presentes nas narrativas do eu. Assim, examinou-se o paradoxo que envolve tanto o reforço de padrões hegemônicos de “feminilidades”, quanto a busca pelo questionamento das práticas performativas femininas relacionadas a discursos, corpos e comportamentos, à medida que as audiências também se constituem como grupos de regulação e normatização. Além disso, evidenciou-se que os discursos presentes nos ambientes de sociabilidade on-line destas youtubers envolvem narrativas de empoderamento e amor próprio, advindas do feminismo 2.0, onde aspectos subjetivos e cotidianos tomam destaque, ainda que constituindo implicações na esfera coletiva. |
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