Pesquisadora da ENSP aponta as principais dificuldades da saúde indígena, antes e depois da Covid-19

No dia 9 de agosto de 2020, Dia Internacional dos Povos Indígenas, diversas lideranças e apoiadores do movimento soaram o 'maracá' em suas redes sociais, com o objetivo de estimular a solidariedade nacional e internacional em relação à disseminação da Covid-19 entre povos indígenas brasile...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Pontes, Ana Lúcia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/42913
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/42913
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:COVID-19
Infecções por Coronavirus
Saúde indígena
Saúde de Populações Indígenas
Serviços de Saúde do Indígena
16 Paz, Justiça e Instituições Eficazes
Descripción
Sumario:No dia 9 de agosto de 2020, Dia Internacional dos Povos Indígenas, diversas lideranças e apoiadores do movimento soaram o 'maracá' em suas redes sociais, com o objetivo de estimular a solidariedade nacional e internacional em relação à disseminação da Covid-19 entre povos indígenas brasileiros. A ação soma-se a outras frentes no Legislativo e Judiciário, onde a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), parlamentares, pesquisadores e militantes em geral têm cobrado iniciativas para promover o debate e denunciar o que consideram a falta de ações do governo no enfrentamento da pandemia nessas comunidades. Nesta entrevista, Ana Lucia Pontes, professora-pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) e coordenadora do Grupo de Trabalho de Saúde Indígena da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), explica o contexto da pandemia entre os indígenas e aponta as principais dificuldades, antes e depois da Covid-19.