O consumo de produtos cerâmicos em Bracara Augusta no século I: memória, tradição e inovação

As cerâmicas de Bracara Augusta são usualmente estudadas numa perspetiva histórica e cronológica, na qual o objetivo é compreender a sucessão de produções ou suas contemporaneidades. Essa perspetiva permite o enquadramento dos produtos e fabricos em categorias formais e tecnológicas, ordenadas numa...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Machado, Diego, Martins, Manuela, Baptista, Joana Martins
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia (Online)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/217145
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/revmae/article/view/217145
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Material Culture
pottery
Bracara Augusta
consumption
memory
Cultura material
cerâmica
consumo
memória
Descripción
Sumario:As cerâmicas de Bracara Augusta são usualmente estudadas numa perspetiva histórica e cronológica, na qual o objetivo é compreender a sucessão de produções ou suas contemporaneidades. Essa perspetiva permite o enquadramento dos produtos e fabricos em categorias formais e tecnológicas, ordenadas numa linha temporal. Essa abordagem, embora dominante na investigação arqueológica, é limitada para tratar do ponto de vista interpretativo. Neste trabalho, propomos uma análise desse material a partir de uma perceção do tempo enquanto memória, a partir de Bergson (1999) e Deleuze (1999), no qual o presente e o futuro são dimensões do passado, que é virtual e atualizado constantemente no presente, perspetiva que pode contribuir para uma leitura diferente da diversidade de recipientes que eram consumidos na cidade.