ETHNO-RELIGIOUS MOVEMENTS CHALLENGING THE SECULAR STATE
Os movimentos fundamentalistas religiosos agem em nome e em defesa de uma verdade transcendental. Eles consideram o Estado secular como seu principal inimigo, porque este afirma legitimar seu poder independentemente da legitimação religiosa. Tais movimentos, ao contrário, consideram sua religião com...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositorio: | Caminhos (Goiânia. Online) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.seer.pucgoias.edu.br:article/7578 |
| Acceso en línea: | https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/caminhos/article/view/7578 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fundamentalismo religioso Política Religião Nacionalismo Estado Sociologia da Religião |
| Sumario: | Os movimentos fundamentalistas religiosos agem em nome e em defesa de uma verdade transcendental. Eles consideram o Estado secular como seu principal inimigo, porque este afirma legitimar seu poder independentemente da legitimação religiosa. Tais movimentos, ao contrário, consideram sua religião como o repositório da verdade absoluta e fonte última de legitimidade das leis humanas. Daí o paradoxo de suas formas de pensar e agir socialmente: são pós-seculares, mas, ao mesmo tempo, lutam para transformar seus princípios religiosos em categorias políticas. Depois de examinar dois casos empíricos de movimentos fundamentalistas étnico-religiosos (a Buddhist Power Force-BBS no Sri Lanka e o movimento Hindutva na Índia), podemos fazer algumas observações conclusivas sobre os desafios teóricos e metodológicos que esses movimentos trazem para a sociologia da religião. Pensamos que, em ambos os casos, estamos lidando com movimentos coletivos que parecem ser capazes de desafiar e minar o modelo do estado secular. |
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