Sexualidade e política em Michel Foucault: normalização dos corpos e estratégias de resistência

A presente dissertação traz como temática os estudos de Foucault acerca da sexualidade enquanto instrumento no processo de subjetivação dos indivíduos, considerando as possibilidades de resistência às formas de normalização das identidades sexuais. Partindo da desconstrução crítica operada por Fouca...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Lindalva Trajano da
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/13523
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13523
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sexuality
subjectivity
resistance
sexualidade
subjetividade
Michel Foucault
Filosofia
Descripción
Sumario:A presente dissertação traz como temática os estudos de Foucault acerca da sexualidade enquanto instrumento no processo de subjetivação dos indivíduos, considerando as possibilidades de resistência às formas de normalização das identidades sexuais. Partindo da desconstrução crítica operada por Foucault em relação à ―hipótese repressiva‖, evidenciam-se os mecanismos de produção de subjetividade articulados pela dinâmica de construção de saberes e relações de poder, que estabelece a categorização dos indivíduos em identidades sexuais específicas. Analisa-se como a sexualidade torna-se instrumento tanto de uma anátomo-política do corpo, como de uma biopolítica da espécie, procedimentos de poder postos em prática para a formatação e controle dos indivíduos e da própria sociedade. Considerando os trabalhos de Foucault sobre a constituição do sujeito moral nas práticas da antiguidade grega e romana, a pesquisa aborda as ―técnicas de si‖ como forma de criação de uma ―estética da existência‖. A dissertação dedica-se, por fim, a pensar tal proposta como possibilidade de exercício da liberdade ética enquanto forma de resistência, tanto às formas de governamentalidade, como aos processos de subjetivação e construção de identidade presentes no campo da sexualidade.