Tratamento com antimicrobianos na última semana de vida de pacientes com câncer avançado sob Cuidados Paliativos / Antimicrobial treatment in the last week of life of patients with advanced cancer in Palliative Care

Os pacientes com câncer avançado são mais vulneráveis a infecção e, portanto, geralmente recebem antimicrobianos perto do fim da vida. No entanto, alguns estudos consideram a aplicação de antibióticos desnecessária ou que vagamente traga controle dos sintomas, enquanto outros estudos descrevem a imp...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Almeida, Marco Antônio Ferreira, Veiga, Naira Bicudo dos Santos, dos Reis, Karine Marques Costa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/44211
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/44211
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:antibiótico
antimicrobiano
câncer avançado
infecção
Cuidado Paliativo.
Descripción
Sumario:Os pacientes com câncer avançado são mais vulneráveis a infecção e, portanto, geralmente recebem antimicrobianos perto do fim da vida. No entanto, alguns estudos consideram a aplicação de antibióticos desnecessária ou que vagamente traga controle dos sintomas, enquanto outros estudos descrevem a importância do tratamento com antibióticos como parte do controle dos sintomas em Medicina Paliativa. Realizou-se um estudo retrospectivo de análise de prontuários eletrônicos e prescrições de 115 indivíduos com câncer avançado sob Cuidados Paliativos, com o objetivo de avaliar frequência e padrão de utilização de antibióticos e manejo de casos infecciosos, contribuindo também para a reflexão sobre a prescrição de antibioterapia (ATB) em fim de vida nessa população. A média de idade foi de 61,7, com idade mínima e máxima de 28 e 92 anos, o tempo médio de internação foi de 27,9 dias, com mediana de 12 e desvio padrão de 48,2. Dos 115, 75 indivíduos foram responsáveis por 78 casos de infecções, especificamente nos últimos 7 dias de vida, e fizeram uso de ATB. Os locais de infecção mais frequentes foram pulmões (25,6%), pele ou lesão (24,3%) e trato urinário (19,3%). Esforços devem ser feitos para reduzir o uso de ATB em indivíduos com sinais de morte iminente.