ADHERENCE TO ANTIRETROVIRAL THERAPY FOR HIV/AIDS

O objetivo do estudo foi determinar a adesão à Terapia antirretroviral de adultos com Vírus da Imunodeficiência Humana/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida atendidos em um hospital universitário do Sul do Brasil. É uma pesquisa de abordagem quantitativa, descritiva com delineamento transversal; re...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Padoin, Stela Maris de Mello, Zuge, Samuel Spiegelberg, Santos, Érika Eberlline Pacheco dos, Primeira, Marcelo Ribeiro, Aldrighi, Juliane Dias, Paula, Cristiane Cardoso de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Cogitare Enfermagem (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.ufpr.br:article/33553
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/33553
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Síndrome de la inmunodeficiencia adquirida; HIV; Terapia antirretroviral de alta actividad; Adhesión a la medicación; Enfermería.
Acquired Immunodeficiency Syndrome; HIV; High activity antiretroviral therapy; Adherence to the medication; Nursing.
Síndrome da imunodeficiência adquirida; HIV; Terapia antirretroviral de alta atividade; Adesão à medicação; Enfermagem.
Descripción
Sumario:O objetivo do estudo foi determinar a adesão à Terapia antirretroviral de adultos com Vírus da Imunodeficiência Humana/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida atendidos em um hospital universitário do Sul do Brasil. É uma pesquisa de abordagem quantitativa, descritiva com delineamento transversal; realizada em 2011. Os dados foram analisados com o auxílio do aplicativo SPSS® (Versão 17.0). A população do estudo foi de 125 pacientes, na faixa etária de 20 a 49 anos; 44,0% foram classificados como não aderentes, destes, 29,3% deixaram de tomar os medicamentos por uso de álcool ou drogas; 26,2% devido aos efeitos colaterais; 17,6% por motivos diversos e 4,5% por estarem trabalhando. Destaca-se a necessidade de avaliar o comportamento a fim de realizar ações educativas que permitam cooperação dos pacientes para maior adesão do tratamento, reduzindo a morbidade e mortalidade desse agravo à saúde.