Development of experimental sporothichosis in a murine model with yeast and mycelial froms of Sporothrix schenckii
A esporotricose é uma micose subcutânea causada pelo fungo dimórfico Sporothrix schenckii que acomete o homem e uma grande variedade de animais. Este trabalho teve como objetivos verificar possíveis diferenças de virulência entre inóculos das formas leveduriforme (Y) e filamentosa (M), comparar as r...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/19835 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/19835 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Sporothrix schenckii Experimental sporotrichosis Yeast form Mycelial form Murine model Mice. |
| Resumo: | A esporotricose é uma micose subcutânea causada pelo fungo dimórfico Sporothrix schenckii que acomete o homem e uma grande variedade de animais. Este trabalho teve como objetivos verificar possíveis diferenças de virulência entre inóculos das formas leveduriforme (Y) e filamentosa (M), comparar as reações induzidas pelos dois inóculos em diferentes sítios anatômicos, além de verificar a possibilidade da ocorrência de transmissão de animais doentes para sadios. Durante um período de nove semanas, foi observado o desenvolvimento da esporotricose experimental em camundongos inoculados via subcutânea na almofadinha plantar e nas regiões das articulações escapuloumeral e coxofemural. Também, camundongos não inoculados foram mantidos em contato direto com os que estavam desenvolvendo lesões subcutâneas. Os animais dos grupos Y e M desenvolveram quadro clínico muito semelhante de esporotricose. Os inóculos provocaram lesões mais evidentes e duradouras na almofadinha plantar do que nos outros sítios de inoculação Os camundongos não inoculados permaneceram hígidos à semelhança da situação observada no grupo controle. O desenvolvimento de quadro clínico semelhante de esporotricose entre os grupos sugere que, a priori, não existam diferenças entre os inóculos das formas leveduriforme e filamentosa de um mesmo isolado de S. schenckii. Os resultados também indicam que a almofadinha plantar pode ser considerada como ponto de inoculação preferencial no modelo murino de esporotricose experimental, além de comprovar que o simples contato de animais imunocompetentes, sem aparentes lesões de continuidade, com animais e materiais contaminados não é suficiente para o desenvolvimento da esporotricose. |
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