Influence of environmental variations on the formation of microhabitats within a fragment of Seasonally Dry Tropical Forest - SDTF, Brazil

A caatinga corresponde a um dos dois maiores núcleos das Florestas Tropicais Sazonalmente Secas (FTSS) e se encontra totalmente inserida no território brasileiro. Objetivou-se com este estudo avaliar a estrutura de dois micro-habitats relacionando-a com as variáveis ambientais. Foram alocadas 24 par...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Paula, Gabriela Gomes Pires de, Santos, Rubens Manoel dos, Menino, Gisele Cristina de Oliveira, Apgaua, Deborah Mattos Guimarães, Pereira, Diego Gualberto Sales, Souza, Cléber Rodrigo de, Fontes, Marco Aurélio Leite
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/34540
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/34540
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Environmental variations
Beta diversity
Limestone slabs
Seasonally dry tropical forests
Variações ambientais
Diversidade beta
Florestas tropicais sazonalmente secas
Descripción
Sumario:A caatinga corresponde a um dos dois maiores núcleos das Florestas Tropicais Sazonalmente Secas (FTSS) e se encontra totalmente inserida no território brasileiro. Objetivou-se com este estudo avaliar a estrutura de dois micro-habitats relacionando-a com as variáveis ambientais. Foram alocadas 24 parcelas, nas quais mensuramos o CAP e fizemos a identificação botânica de todos os indivíduos arbóreos com CAP ≥ 10 cm. Com a presença de lajedos de calcário na área, foi possível distinguir dois micro-habitats. A CCA e a análise de espécies indicadoras mostraram uma nítida distribuição das espécies de acordo com os micro-habitats. Concluímos que a presença dos lajedos de calcário proporcionou a formação dos micro-habitats, influenciando na distribuição e composição das espécies arbustiva-arbóreas, caracterizando a unidade fitoecológica aqui denominada como “furados”.