APLICAÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS MULTIVARIADAS COMO SUBSÍDIO À COMPARTIMENTAÇÃO FISIOGRÁFICA
As imagens de satélite, por serem um registro de alvos com diferentes comportamentos espectrais e diferentes arranjos espaciais, respondem com variações tonais de cinza e variações texturais. Esta variação textural é analisada normalmente através de interpretação visual, que é uma sistematização de...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) |
| Repositorio: | Revista brasileira de cartografia - RBC (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/44860 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/44860 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sensoriamento Remoto Textura Compartimentação Análise de Agrupamento Análise de correspondências múltiplas |
| Sumario: | As imagens de satélite, por serem um registro de alvos com diferentes comportamentos espectrais e diferentes arranjos espaciais, respondem com variações tonais de cinza e variações texturais. Esta variação textural é analisada normalmente através de interpretação visual, que é uma sistematização de várias técnicas, as quais convergem para um único objetivo, a compartimentação da imagem. Em geral, a textura é usada como uma ferramenta importante na interpretação de formas do relevo, drenagem e de padrões da cobertura vegetal e de uso da terra. Com a aplicação de análises estatísticas multivariadas, como subsidiária na redução do caráter subjetivo da análise textural e da correspondência entre zonas homólogas, é possível favorecer a discriminação de elementos diferentes em uma imagem. Estes métodos podem ajudar encontrar um modelo que possibilite explicar mais satisfatoriamente a compartimentação e a relação de equivalência entre zonas que constituem texturas semelhantes. |
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