Etnografía de una muerte no denunciada: Justicias y valores locales en una villa de la ciudad de Córdoba, Argentina

Seguindo perspectivas dominantes na academia em relação ao ativismo familiar, segundo as quais as exigências de justiça realizadas por certas famílias contra o Estado são privilegiadas na abordagem, sugiro observar modos em que “fazer justiça” esteja em questão em outros termos. Proponho reconstruir...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bermúdez, Natalia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Repositorio:Dilemas : Revista de Estudos de Conflito e Controle Social (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.revistas.ufrj.br:article/7301
Acceso en línea:https://revistas.ufrj.br/index.php/dilemas/article/view/7301
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:mortes violentas, familiares, justiças, valores, Argentina
Descripción
Sumario:Seguindo perspectivas dominantes na academia em relação ao ativismo familiar, segundo as quais as exigências de justiça realizadas por certas famílias contra o Estado são privilegiadas na abordagem, sugiro observar modos em que “fazer justiça” esteja em questão em outros termos. Proponho reconstruir etnograficamente as condições em que não havia a intenção de se denunciar no tribunal a morte de um jovem, com base na análise das formas como foi assumida a morte em uma comunidade popular em Córdoba, na Argentina. Tenho mostrado que a falta de denúncia e o não envolvimento familiar em organizações especializadas não implicam inação ou passividade. Following the dominant perspectives in the academia in relation to family activism, according to which the demands for justice made by certain families against the State are given greater importance in the approach, I suggest in Ethnography of a Non-Condemned Death: Local Values and Justice in an Area of Córdoba, Argentina observing modes in which “do­ing justice” is at stake in other terms. I propose an eth­nographic reconstruction of the conditions in which there was no intention to condemn in court the death of a youngster, based on analysis of the ways in which a death in a poor community in Córdoba, Argentina was perceived. I have shown that the lack of condem­nation and absence of family involvement in special­ized organizations do not imply inaction or passivity.Keywords: violent deaths, relatives, justice, values, Argentina