Transtornos alimentares em adolescentes
Objetivo: Diagnosticar a prevalência de adolescentes que apresentam transtornos alimentares em especial, a compulsão alimentar. Métodos: Foram estudados adolescentes entre 15 e 18 anos de ambos os sexos, da zona urbana de São Paulo, SP (n = 26). Para medir a prevalência de comporta-mentos alimentare...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX) |
| Repositorio: | Revista brasileira de obesidade, nutrição e emagrecimento |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.rbone.com.br:article/22 |
| Acesso em linha: | https://www.rbone.com.br/index.php/rbone/article/view/22 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Adolescence Body mass index BMI Binge eating Adolescencia Indice de masa corporal IMC Atracones Adolescenza Indice di massa corporea Abbuffate Adolescência Índice de massa corporal Compulsão alimentar |
| Resumo: | Objetivo: Diagnosticar a prevalência de adolescentes que apresentam transtornos alimentares em especial, a compulsão alimentar. Métodos: Foram estudados adolescentes entre 15 e 18 anos de ambos os sexos, da zona urbana de São Paulo, SP (n = 26). Para medir a prevalência de comporta-mentos alimentares anormais utilizou-se a Escala de Compulsão Alimentar (ECAP). O índice de massa corporal (IMC) e os pontos de corte escolhidos para classificar os adolescentes quanto ao estado nutricional de acordo com o percentil do IMC. Quanto à classificação sócio-econômica, optou-se pelo critério da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa. Resultados: A amostra era composta de 65,4% do sexo feminino e 34,6% do sexo masculino. Em relação ao IMC, 80,8% apresentaram eutrofia, sendo 7,7% desnutridos e 11,5% obesos. Sobre o nível sócio-econômico a classe predominante foi a classe C (50%). Houve tendência de o gênero masculino apresentar maior peso em relação ao gênero feminino, no entanto o IMC foi similar independente do gênero. O gênero feminino apresentou maior tendência (n: 4) em demonstrar sintomas moderados a compulsão alimentar do que o gênero masculino onde a porcentagem foi nula. Ambos os sexos não apresentam compulsão alimentar periódica grave. Conclusão: O instrumento aplicado neste estudo – ECAP - mostrou-se fácil de ser utilizado tendo como objetivo de identificar os indivíduos de risco, mas fica limitado pois não considera freqüência como cálculo, portanto, não se sabe quantas vezes o indivíduo teve compulsão e como foi realizada essa classificação ou seja se foi moderada ou grave. |
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